INFOCALIPO - Vila Viçosa
10/09/2011
O Poder de uma Marca
Durante toda a minha vida, dei sempre importância ás marcas
e ao seu poder, ao efeito que o símbolo e os princípios por elas representadas
davam aquilo que a nossa vida constitui.
Mercedes-Benz
Único no mundo, fiabilidade, poder com segurança, confiança
e imagem única. Viagens descansadas, com o poder e a beleza de um motor que se
faz escutarem e sentir. Durante toda a vida foi esta a imagem e a ferramenta
mais viável de trabalho. Cada viagem era uma única sensação, aproveitava o fim-de-semana
para poder sentir-me realizado, nem que a viagem fosse de apenas alguns km´s.
Mas a histórica é única, a de um sonho de um homem, que conseguiu mudar o
mundo, criando algo que 120 anos depois é mais do que um carro, é um Mercedes.
PSD
Ainda me lembro da primeira imagem saída de umas eleições,
onde Cavaco Silva conseguia a sua maioria, onde o povo independentemente da
classe social, votava no partido do povo, onde sem defender ideias absorvidas e
radicais do povo, tinha um sentido social muito importante. Sempre associei a
imagem do PSD ao poder de crescimento, á história de um homem como Cavaco
Silva, que tinha saído do interior do Algarve de uma família humilde, para o
poder do país, salvando as contas públicas e o futuro de todos nós. Mesmo
quando descobri em 2003 que o poder atrás dos bastidores influenciava mais do
que a verdadeira capacidade de cada um dos indivíduos, apercebi-me também que o
meu partido estava lá, apesar de infestado de filhos de políticos, que durante
toda a vida basearam a sua influência não nas suas capacidades, mas sim nas
suas influências.
Hoje compreendo que foi a máquina do partido que nos afastou
tanto tempo do poder, e que apesar de tudo o que sucedeu no último ano,
ganhamos não pelo que somos capazes de fazer, mas sim por aquilo de errado que
o PS fez.
Ainda hoje acredito nas palavras do nosso hino.
Benfica
Único, emocionante, e ainda me lembro dos momentos que
passei no Estádio da Luz, mas sempre na companhia do meu herói, que ainda hoje
quando raramente lá vou me acompanha, pois á coisas que só um Pai e um Filho
conseguem compreender e recordar pois só eles viveram.
BPI
Fiabilidade, transparência, força, dignidade, e muita
honestidade. Desde as chefias até aos simples empregados, todos acreditamos em
algo, somos diferentes porque nos preocupa mais que o dinheiro, preocupa-nos as
pessoas.
10/05/2011
Europa e agora?
Tudo parece estar caminhar em passos largos para uma queda
da zona euro e da moeda única tal como a conhecemos. A Grécia é já uma certeza
de banca rota, existindo só a dúvida de até quando conseguirão e quererão os
restantes países do Euro r principalmente a Alemanha sustentar esta eminente
falência de uma economia que não só não cresce como ainda não fez nada do que
se comprometera.
A Grécia começou a viver acima das suas possibilidades logo
depois da adesão ao Euro. Apesar de nós apenas no final da década de 90 o
termos começado a fazer e essencialmente logo depois do Euro, não estamos muito
melhor, apesar de existirem discrepâncias essenciais, elas são mais estruturais
do que pontuais o que cria um efeito mais lento ao nível das consequências.
Obviamente o caminho não pode ser feito com a mesma velocidade que
anteriormente foi feita, isto é, não conseguimos desacelerar as despesas á
velocidades que as incrementamos, pois o efeito seria nulo dentro de si mesmo.
O que teremos que fazer é parte do que estamos a começar a fazer, cortes
drásticos ao nível da estrutura do Estado e dos seus serviços, o que
evidentemente fará que passemos pior, mas a única solução que permitirá uma
reviravolta da situação. Apesar disso acredito que o nosso actual cenário de
impostos é insustentável acima de um período de 2 anos, pois não só inverterá o
seu sentido, diminuindo a receita do estado por vias de fugas aos impostos,
como ai pela diminuição da actividade económica que esta situação tem.
Mas estamos todos expectantes para ver o que realmente terá
o governo previstos para o orçamento de 2012, onde a redução da despesa pública
terá que ser superior ao previstos, caso seja pretendido por nós atingir as
metas propostas e considerando já um verdadeiro desvio conforme as contas de
Junho demonstram. Da parte das receitas será possível um abrandamento por vias
da impossibilidade que o não crescimento económico causará como efeito às
contas do défice, bastando apenas neste momento as despesas, pois só nessa
parte poderemos considerar uma significativa redução do défice. Ao nível da
economia, será necessário uma política séria de investimento, de forma a
podermos arrancar para valores entre os 2% a 3%, que seriam valores que
garantiriam uma evolução sustentável da economia.
Mas quando falamos dos problemas estruturais que Portugal
tem, o que estamos realmente a falar?
Ao longo dos anos de País livre que temos, Portugal teve
sempre um incremento na despesa públicas, se é verdade que tal seria de esperar
nos primeiros anos, com a mudança da política social muito mais abrangente do
que a existente até aqui, também é verdade que o crescimento da despesa foi e é
analisado percentualmente em relação ao PIB, o que significa que numa situação
de crescimento do PIB em 3%, um incremento de 2% da despesa pública não seria
preocupante, o que não é verdade se o crescimento for inferior a esse
incremento de despesas. Mas tivemos nos últimos 10 anos, um incremento de
despesas seja ao nível da educação, seja ao nível da saúde, até mesmo ao nível
dos salários. Neste último caso os salários dos últimos 10 anos tem crescido
com os trabalhadores a exigirem um incremento com base de pelo menos a subida
da inflação, quando na verdade deveriam para sermos justos solicitar um
incremento dos salários percentualmente igual ao crescimento do PIB, pois dessa
forma a subida salarial dos trabalhadores iria reflectir o que o país cresceu reflectido
no crescimento do PIB. Claro que em anos como o de 2011, seria previsível uma
diminuição salarial, atendendo á redução esperado do PIB, mas também é verdade
que só desta forma poderíamos garantir a sustentabilidade na rubrica de maiores
gastos do Estado, como sendo os salários públicos.
Existiriam ainda outras vantagens nesta minha proposta, ao nível
da competitividade, e do incremento do emprego, com uma diminuição clara dos níveis
de desemprego. Tal situação seria em primeiro lugar bem visto pelos investidores
estrangeiros, que saberiam que o seu gasto salarial seria indexado ao
crescimento do país, o que poderia indexado ao seu país. O segundo seria a
flexibilização do despedimento, com os custos de indemnização a fixarem-se nos
12 dias por cada ano de trabalho. Em terceiro e de forma conclusiva, reduziríamos
alguns impostos directos como o dos combustíveis, com uma redução na ordem dos
10%, o que nos colocaria entre os países com menor custo dos combustíveis. Ao nível
da receita, suportaríamos durante 1 ano, o efeito, mas no 2º ano o impacto
estaria dissipado atendendo ao crescimento do PIB resultado do investimento
feito.
Serão tudo ideias, mas o caminho é sempre difícil.
Jorge Ferreira
9/25/2011
Saúde é o ponto primordial da nossa democracia
Os Portugueses estão a viver uma situação única nos últimos
30 anos, com um empobrecimento forçado, é evidente, as dificuldades pelas quais
estamos a passar e as razões e causas que nos levaram a esta situação. Teremos
no entanto que redefinir as nossas prioridades, de pessoas, cidadãos,
portugueses e europeus.
Apesar de toda a crise, e de todas as dificuldades que se avizinham,
existem pontos onde de uma forma concreta temos que apontar para imprescindível
manutenção dos serviços. A saúde é um ponto em que ninguém quer e aceita ver uma
maior degradação dos serviços actuais. É importante reduzir-se o desperdício, e
reestruturara as público-privadas que já deram mostra da incapacidade em gerir
serviços hospitalares, não só ao nível da qualidade como por vias estrutural e
financeira.
Se todos aceitamos cortes ao nível social, no que toca a
apoios que muitas vezes nem nós próprios percebíamos a razão da sua existência.
Se compreendemos a redução do subsídio de desemprego para 18 meses,
injustificado era os 36 meses que causavam em certas circunstancias uma
habituação única na Europa. Já na saúde temos que ser unânimes e dar aos nosso políticos
uma palavra de “aqui ninguém toca”, pois ao nível humano e pessoal, ninguém está
disposto a deixar ninguém morrer em que circunstâncias for. O país precisa de
cortar, na educação, nos apoios sociais, nas obras públicas que nos levaram a
esta situação, na cultura, em tudo, mas no bem mais essencial que a democracia
trouxe depois do 25 de Abril, “aqui ninguém toca”.
Teremos que reestruturar o sistema isso sim, para evitar
listas de espera que se prolongam por vezes a anos, temos que criar um sistema
de transporte onde os mais necessitados possam ter o auxílio do Estado para as
deslocações ao hospital, aos meios de diagnóstico, aos tratamentos a tudo o que
de necessário se torne fundamental para a sobrevivência e boa saúde de qualquer
cidadão. Para isso os nossos políticos tem que perceber que não aceitamos
qualquer moeda de troca sobre algo que nunca deixaremos de querer.
Localmente.
Será fundamental rever-se o sistema de transporte, ai na
minha opinião, assumem as Câmaras Municipais, um papel estratégico e
fundamental. Pois a sua intervenção, selecção e organização é que poderá
permitir que os meios financeiros disponíveis para estas áreas, possam ser
utilizadas de forma racional e ajustada. Serão ainda necessários alguns
cuidados para que as influencias partidárias não se tornem teias, onde até a
saúde se torne num negócio de influências, mas ai poderão instituições de carácter
social assumir um papel fundamental no encaminhamento e tratamento de algumas
verbas.
Serão necessárias mudanças, mas o que de certo se fazia, não
poderá ser modificado.
J.Ferreira
9/19/2011
Os buracos orçamentais sucedem-se e o custo para o contribuinte aumenta.
Todos nós já nos apercebemos que independentemente do tamanho do buraco orçamental o Governo vai garantir que ficamos dentro das metas definidas com o FMI e UE. Também todos já nos apercebemos que os cortes apesar de muito desejados, não só não são possíveis em curto espaço, como politicamente são muito complicados, o que levará a grandes incrementos na rubrica das receitas, não só para conseguirem tapar buracos como os do Arquipélago da Madeira, como das empresas publico-privadas que tinhas as suas dívidas fora do orçamento geral do estado.
Os Portugueses podem contar com aumentos na Luz, no imposto sobre os combustíveis, no IVA, no IRS, em tudo aquilo em que o estado já tarifa, os montantes irão significativamente aumentar. Os Portugueses por sua vez, irão defender-se da melhor forma que podem, com compras em Espanha, com Fuga ao imposto seja ele ao nível do IVA ou de outros custos largamente injustos. Essa atitude levará a que a máquina do Estado consiga receber menos do que era previsto.
A situação não só é complicada como difícil de digerir, pois quando o povo tem fome muitas vezes o povo torna-se irracional.
Durante anos para conseguirmos incrementar a divida publica, criamos mecanismos que nos permitiram colocar de fora do Orçamento de Estado e logo enganar as entidades estrangeiras quanto ao vínculo dessa divida ao Estado Português. As empresas Publico-Privadas tinham um regime jurídico que em alguns casos lhes permitia ficar de fora das contas anuais de divida do Estado Português, quase o mesmo que a Madeira e os Açores, que tem poder para junto da Banca se endividar sem a necessidade de prévia aprovação das Fianças. Como poderá ser controlável este tipo de situações quando que está por detrás das políticas orçamentais são políticos que sabem que o seu período de governo é de no máximo 8 anos e tem que garantir uma futura reforma que lhes permita assegurar durante os seguintes 30 anos sem muitas preocupações financeiras.
Mas e o povo que diz?
E o que faremos quando o povo deixar de ter acesso a cuidados de saúde básicos?
O que fará a maioria da população que faz parte do povo com rendimentos inferiores a 600€
E o que faremos quando o povo deixar de ter produtos dados como essenciais no cabaz de produtos básicos? Passando a 23% de IVA!
O que fará a maioria da população que faz parte do povo com rendimentos inferiores a 600€
O que fará a maioria da população que deixe de poder comprar pão à taxa base de IVA?
O que fará a maioria da população que faz parte do povo com rendimentos inferiores a 600€
Em resume, estaremos medicar o paciente de tal forma que a sua morte poderá ser uma consequência muito previsível?
Talvez….
9/15/2011
Mercado Imobiliário em Portugal
Ao longo dos últimos 20 anos a aposta no mercado
imobiliário, na construção e aquisição por parte dos mais jovens foi uma
realidade e um dos motores da economia. Por diversas vezes se pensou que talvez
o caminho não fosse o mais adequado atendendo ás opções do norte da Europa onde
a propriedade compulsiva não tinha nem 20% de população com menos de 40 anos,
contrariamente ao que sucedia no sul europeu, onde essa margem rondava os 68%.
Lembremos que na década de 90 com o governo de Cavaco Silva,
o país lançava-se no incentivo agressivo de compra de casa, com créditos
habitação bonificados. Nada mais é do que o apoio ao consumo, onde o que se
incentiva é um incremento da aquisição e consumo dos particulares. Claro que o
efeito é visível nas empresa, onde por vias de aumento da procura surgem novos
resultados, e o aparecimento de empresas de forma maciça.
É também nessa altura em que se destrói o arrendamento e por
sua vez o mercado da reconversão imobiliária assim como o incentivo para um
mercado de arrendamento desaparece. Para que arrendar uma casa se o respectivos
valores são praticamente equivalentes aos da aquisição e ao final de contas o
imóvel será sempre da pessoa que o adquire.
É ainda nesta altura em que o mercado das grandes obras
publicas começa, onde as empresas privadas vão ter um papel fundamental, e de
onde podemos considerar que terão corrido rios de dinheiro agora em falta nos
cofres do governo. Não coloco em questão algumas Auto-Estradas, nem a 2º
travessia do Tejo, mas ao olharmos para os Estádios, para o Pós-Expo e
principalmente e mais recentemente para um parque escolar que não justiça por
si só os resultados aberrantes e caluniosos das novas oportunidades,
compreendemos que deveríamos ter feito algo diferente do que foi feito.
O mais preocupante é ver outros países a apostar na mesma
receita que nos levou a esta situação. Pois ao analisarmos a situação do
Brasil, é feito com base no consumo privado, apesar de existirem outros
factores ainda eles desconcertantes mas que atendendo ao numero populacional
poderão ter um efeito menos dramático da balança comercial.
Ao nível de Portugal, teremos que esperar uma recessão de
mais 4 a 5 anos, e uma redução em 50% das empresas que actualmente tem um CAE
de actividade na construção. Teremos que basear o nosso crescimento económico
nas novas tecnologias, e na produção do que somos deficitários.
J. Ferreira
9/14/2011
Crise vs Renovação
Estamos perante uma situação única, a qual apesar do cenário
podemos orgulhar-nos de estarmos a viver um momento que os nossos filhos e
netos poderão analisar e estudar como única no mundo. Fomos nós que assistimos
á queda do muro de Berlim, que vimos o desaparecimento da URSS e que assistimos
agora ao paradoxo do equilíbrio geopolítico baseado na força das moedas e suas
economias. As estratégias das duas forças económicas entre atlântico estão
definidas. Do lado dos EUA, a estratégia é fomentar a economia, não se
preocupando para já com o défice ou desequilíbrios orçamentais, dando primazia
ao consumo privado. Do lado Europeu, procura-se resolver o problema orçamental,
com diminuições drásticas dos défices e equilíbrios orçamentais. Apesar de
opostas as duas são contraditórias na sua oposição, pois ao tratar da economia,
os EUA agrava um défice já por si devastador, colocando-se numa exposição ás
empresas de rating que só poderá não ter maiores consequências caso o acordo
secreto exista entre as duas partes para não agressão. Do lado Europeu, é
evidente que a economia não só não vai crescer como muito possivelmente irá
retrair-se de forma drástica, com a redução do investimento público e privado e
quedas acentuadas no consumo dos estados do euro e respectivo sector privado.
A Necessidade social passará factura no final das contas, ou
de um lado ou de outro as consequências serão evidentes, sendo notórias as da
Europa durante este e os próximos 2 anos e no EUA apenas visíveis depois de
2014, pois não temos que esquecer que a divida publica paga factura, e no caso
dos EUA a data de maior valor terá inicio a 2013 com prolongamento para os 2
anos seguintes, veremos se a economia América já estará a crescer mais de 3%
para poder atenuar a situação.
Em Portugal as medidas adoptadas permitem deslumbrar um
caminho muito difícil, com redução brusca no crescimento e mesmo com um período
de recessão significativo com consequências ainda desconhecidas.
Mas quais seriam as hipóteses que teríamos?
Nenhumas, pois o
caminho adoptado no governo de José Sócrates só nos levava a um aumento
significativo do endividamento sem resultados significativos. Os TGV´s, levariam a uma nova ruptura, pois não
podemos esquecer que chegamos até aqui por causa dos estádios de futebol, das
expos que fizemos sem medir as consequências, com buracos de execução brutais,
dos quais nunca recuperávamos o investimento feito. É verdade que o apoio social é fundamental,
que o acesso ao ensino deve ser universal e que a saúde é um bem de todos
associado a uma necessidade que nenhum que abdicar e muito bem. O que temos que
fazer é escolher os bens que consideramos serem indispensáveis á vida humana e
que por isso devem ter um carácter publico. São na minha opinião apenas a Saúde
e a Educação os únicos bens indispensáveis ao nosso bem estar social. Mas será
que o povo já percebeu que apenas uma escolha acertada poderá sustentabilidade
o sistema financeiro do estado para um futuro sustentável mas desejado a todos?
Todos temos que perceber as opções feitas, e caso algo seja criticável,
é quando o governo e o nosso poder local não entender que nesses dois pontos ninguém
pode tocar.
Só uma mão invisível pode equilibrar o desequilíbrio económico
criado pelo próprio mercado.
J. Ferreira
1/23/2011

Economia nos próximos anos aumentará a fome.
Ao longo dos anos temos visto o despesismo do estado com despesas que muitos nem queríamos acreditar. Em muitos momentos pensávamos que entre outras coisas aquela era uma factura que talvez se tivesse que pagar mais tarde ou mais cedo.
Quantos de nós não nos lembramos das despesas de festas pagas pelas Câmaras Municipais, em que se gastava de forma discriminatória, sem que a utilidade pública daquelas despesas fosse visível. Sabemos que o Estado tem no objecto da sua sociedade o interesse público como objectivo, mas o governo o responsável pela execução tem demonstrado desde sempre uma total incapacidade para controlar as máquinas partidárias que acabam por mandar na gestão dos fundos públicos.
Desde sempre a incapacidade do poder público, e aqui não só do governo, mas também dos deputados, das Câmaras Municipais, e de todos os órgãos políticos eleitos, tem demonstrado que a gestão que faz do dinheiro públicos é danoso e muitas vezes prejudicial para o futuro dos Portugueses. Foi esta gestão que tem causado o aumento significativo do défice e da divida pública, pois ao longo dos anos Portugal, onde incluímos o Estado e os Privados tem gasto mais do que aquilo que produzem. Na prática a divida publica tem a componente do estado e dos privados que junto da banca portuguesa se endividam, sendo que estes por sua vez vão ao estrangeiro financiar-se de modo a poderem disponibilizar aos privados e também ao estado os fundos necessários. O Estado também de forma directa procura financiar-se no mercado estrangeiro emitindo divida pública. Neste momento todos os nossos credores se estão a aperceber que os gastos acima das receitas não são feitos apenas numa altura de investimento, mas se de forma constante o que coloca em causa a capacidade de podermos pagar o que devemos sem ser endividando-se mais ainda o que torna tudo numa bola de neve.
Mas que serão os causadores desta situação? Será que era difícil prever isto? Vou contar-vos um pequeno segredo que é conhecido de todos os historiadores. A ponte 25 de Abril conhecida no novo regime pela Ponte de António de Salazar, esteve em projecto e na cabeço de Salazar e do seu governo durante mais de 15 anos, mas apenas se avançou quando se teve a certeza da sua utilidade pública e quando o estado teve condições financeiras para o fazer. Será esta a política seguida pelos nossos governantes nos dias de hoje? Os causadores da nossa actual situação são do antigo regime já bem conhecidos, pois são todos os que tiveram presos pela PIDE e todos os que estiveram fugidos no estrangeiro para não terem o mesmo fim. Esses homens e mulheres quando voltaram para Portugal, assumiram lugares de destaque na política Portuguesas e hoje eles ou seus filhos são os ladrões do dinheiro do povo, para falirem o nosso Portugal.
Será difícil o povo querer mais do que trabalho, comida, moral e Pátria. Pois quando se passa fome por causa dos políticos, que poderemos querer senão voltar aos dias que trabalhávamos. Quando o povo não tem trabalho, e vive da ajuda do estado, que poderá querer mais um pai de família, do que ter que se levantar às 5 horas da manhã para trabalhar, e assim dar aos seus filhos o que os seus país lhe deram. E como poderemos preferir que o estado gaste dinheiro em assuntos tão polémicos como o casamento homossexual, e para tal feche maternidades e postos de saúde em todo o nosso Portugal. Como deixaremos que um Portugal não perca a sua imagem e autonomia, se os políticos necessitam do dinheiro dos subsídios da União Europeia para poderem continuar a roubar o povo, e estão dispostos a tudo.
Quando se tem fome tudo tem justificação, e se o povo passa fome, então está na altura de se revoltar contra os poetas que deviam ainda hoje estar presos nas gaiolas da PIDE, pois só assim o povo não veria o seu dinheiro ser roubado pela classe mais vigarista da sociedade. OS POLITICOS.
Ao longo dos anos temos visto o despesismo do estado com despesas que muitos nem queríamos acreditar. Em muitos momentos pensávamos que entre outras coisas aquela era uma factura que talvez se tivesse que pagar mais tarde ou mais cedo.
Quantos de nós não nos lembramos das despesas de festas pagas pelas Câmaras Municipais, em que se gastava de forma discriminatória, sem que a utilidade pública daquelas despesas fosse visível. Sabemos que o Estado tem no objecto da sua sociedade o interesse público como objectivo, mas o governo o responsável pela execução tem demonstrado desde sempre uma total incapacidade para controlar as máquinas partidárias que acabam por mandar na gestão dos fundos públicos.
Desde sempre a incapacidade do poder público, e aqui não só do governo, mas também dos deputados, das Câmaras Municipais, e de todos os órgãos políticos eleitos, tem demonstrado que a gestão que faz do dinheiro públicos é danoso e muitas vezes prejudicial para o futuro dos Portugueses. Foi esta gestão que tem causado o aumento significativo do défice e da divida pública, pois ao longo dos anos Portugal, onde incluímos o Estado e os Privados tem gasto mais do que aquilo que produzem. Na prática a divida publica tem a componente do estado e dos privados que junto da banca portuguesa se endividam, sendo que estes por sua vez vão ao estrangeiro financiar-se de modo a poderem disponibilizar aos privados e também ao estado os fundos necessários. O Estado também de forma directa procura financiar-se no mercado estrangeiro emitindo divida pública. Neste momento todos os nossos credores se estão a aperceber que os gastos acima das receitas não são feitos apenas numa altura de investimento, mas se de forma constante o que coloca em causa a capacidade de podermos pagar o que devemos sem ser endividando-se mais ainda o que torna tudo numa bola de neve.
Mas que serão os causadores desta situação? Será que era difícil prever isto? Vou contar-vos um pequeno segredo que é conhecido de todos os historiadores. A ponte 25 de Abril conhecida no novo regime pela Ponte de António de Salazar, esteve em projecto e na cabeço de Salazar e do seu governo durante mais de 15 anos, mas apenas se avançou quando se teve a certeza da sua utilidade pública e quando o estado teve condições financeiras para o fazer. Será esta a política seguida pelos nossos governantes nos dias de hoje? Os causadores da nossa actual situação são do antigo regime já bem conhecidos, pois são todos os que tiveram presos pela PIDE e todos os que estiveram fugidos no estrangeiro para não terem o mesmo fim. Esses homens e mulheres quando voltaram para Portugal, assumiram lugares de destaque na política Portuguesas e hoje eles ou seus filhos são os ladrões do dinheiro do povo, para falirem o nosso Portugal.
Será difícil o povo querer mais do que trabalho, comida, moral e Pátria. Pois quando se passa fome por causa dos políticos, que poderemos querer senão voltar aos dias que trabalhávamos. Quando o povo não tem trabalho, e vive da ajuda do estado, que poderá querer mais um pai de família, do que ter que se levantar às 5 horas da manhã para trabalhar, e assim dar aos seus filhos o que os seus país lhe deram. E como poderemos preferir que o estado gaste dinheiro em assuntos tão polémicos como o casamento homossexual, e para tal feche maternidades e postos de saúde em todo o nosso Portugal. Como deixaremos que um Portugal não perca a sua imagem e autonomia, se os políticos necessitam do dinheiro dos subsídios da União Europeia para poderem continuar a roubar o povo, e estão dispostos a tudo.
Quando se tem fome tudo tem justificação, e se o povo passa fome, então está na altura de se revoltar contra os poetas que deviam ainda hoje estar presos nas gaiolas da PIDE, pois só assim o povo não veria o seu dinheiro ser roubado pela classe mais vigarista da sociedade. OS POLITICOS.
1/09/2011

Sabia que o maior receio de Salazar era o que está a suceder?
O nosso país está a passar por grandes dificuldades económicas e sociais neste novo século, no entanto muito poucos perceberam o que levou a um homem lá atrás estar no poder entre 1932-1968, vivendo no entanto na austeridade pessoal e dando uma imagem de sacrifício por Portugal, que apenas hoje á distância de mais de 40 anos é possível ser entendida. Um das suas frases primordiais da demonstração da sua maior preocupação sobre o futuro de Portugal era a que se referia á sua convicção de que se Portugal seguisse outro caminho, o caminho da descolonização e da democracia parlamentar estaria condenado à extinção, pois a ganância dos políticos pelo poder levaria a um desequilíbrio organizacional sobre o caminho a seguir.
Temos que recordar que Portugal entrou na democracia quase com a entrada do FMI em Portugal, numa altura em que a politica entrou com um grande numero de personagens que na sua ambição e na qual o país apesar de não estar preparado para uma saída organizada das colónia, fê-lo na responsabilidade maior do Dr. Mário Soares, que originou anos e anos de guerra nesses países. Mas temos ainda que recordar que foi nessa altura em que Portugal teve a sua maior oportunidade de caminhar para um futuro sustentável, que acabou por não ser aproveitado, utilizando-se apenas para criar uma divida publica com o tamanho de um buraco sem fundo.
Hoje recordo que o investimento publico da década 80 e 90 teria tido um efeito futurista e com um evolução sustentável se ao longo dos anos as auto-estradas, o incremento dos direitos sociais, o aumento das transacções comerciais com o exterior a modernização do nosso sector produtivo entre outros processos de modernização do país não tivesse sido acompanhado com a diferenciação dos direitos dos trabalhadores do sector privado e do sector publico. Neste caso e independentemente da produtividade no sector publico, os direitos adquiridos foram sendo um incremento com pouca justificação se não aquela em que o legislador era ele próprio o beneficiador dos direitos que se aprovavam. Neste período de duas décadas, a função pública mais do que triplicou os seus funcionários, incremento este sentido no sector autárquico, no sector da administração interna e saúde. Foi este crescimento desajustado do nº de trabalhadores a trabalhar para o estado, e do incremento dos direitos de todos eles, sem que se tivesse o cuidado de perceber qual a factura futura, e em que nível de necessidade e proporcional era necessário o país crescer para o incremento nos números em que se estava a aumentar o bicho público.
Uma vez errados, teremos que tomar ainda mais medidas importantes para ajustar de forma brusca o paciente nos seus níveis de colesterol pois caso contrário com o seu peso actual e com um princípio de enfarte, caso não se tomem medidas ajustadas o desfecho será a morte do paciente.
1. Reduzir ainda mais os salários dos funcionários públicos, tornando em alguns casos pouco aliciante trabalhar neste sector da economia, para que de forma voluntária a gordura do paciente se possa de forma saudável reduzir, com exercício físico, e com uma dieta que por si só significará a redução de peso (a redução teria que ser em todos os escalões tendo o ordenado mínimo como base de trabalho). Ainda neste ponto não seriam enquanto o ajustamento não se concretizar, aceites mais entradas para a função pública, passando qualquer excepção, á necessidade de aprovação por parte do parlamento.
2. Parar com as obras públicas definitivamente, tal situação permitirá na próxima década o não incremento de peso, sem que antes se reduza no que existe. Na prática gasta-se primeiro a gordura existente antes de começar novamente a ingerir mais alimentos.
3. Diferenciar as empresas nos sectores mais relevantes para o estado, no caso concreto, todas aquelas que tenham na sua produção o mercado exterior, onde essa quota atinja mais de 50% de exportações, deveremos dar-lhes incentivos fiscais com reduções da carga fiscal proporcional á quota de exportação, sendo no mínimo os 50% anteriormente referidos.
4. Por último, e de modo a podermos obrigar a um ajustamento da diferenciação das classes sociais, terminaria definitivamente com os benefícios fiscais e as respectivas deduções para as famílias, pelo que desta forma teríamos um acréscimo directo dos impostos no ano fiscal.
Obviamente o mais fácil seria durante as décadas poder interromper a democracia tal como a conhecemos e ajustar de forma definitiva e concreta, onde certamente todos teriam que trabalhar para rentabilizar os seus rendimentos. No entanto não sendo possível ficariam aqui algumas medidas que considero poderem levar-nos ao caminho certo.
1/02/2011

2011
Num ano novo porque não activar um blog que sempre esteve actualizado. Vila Viçosa, o ALentejo e esta crise merecem muito acompanhamento.
6/19/2010

Duatlo CIMAC e Triatlo de Vila Viçosa
No próximo fim-de-semana, em Vila Viçosa, disputar-se-ão duas competições. No sábado disputa-se o II Duatlo CIMAC - Vila Viçosa que inclui o Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo, uma Prova Jovem e uma Prova Lazer.
No dia seguinte realiza-se o XII Triatlo de Vila Viçosa na distância Olímpica e sem roda, que será a 7ª etapa da Taça de Portugal.
Será mais um fim-de-semana cheio de Duatlo e Triatlo. A partir das 12:00 de Sábado estará a funcionar o Secretariado junto ao Cineteatro de Vila Viçosa, na Praça da República. Meia hora depois (12:30) abre o Parque de Transição para todas as provas. As provas propiamente ditas arrancam às 14:00 com a Prova Jovem, pontuável para o Circuito Regional Sul. Chama-se a atenção para o facto de a Prova Lazer ter a sua partida em simultâneo com o escalão Juvenil da Prova Jovem.
Pelas 16:00 iniciar-se-á o Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo, uma prova extremamente rápida e emocionante que irá certamente prender a atenção de toda a gente. Chama-se a atenção para o facto de os Clubes não poderem, após dia 17 de Junho, alterar nem a ordem nem os atletas que compõem cada uma das equipas.
No domingo, pelas 10:00 na Barragem de Lucefecit arranca o XII Triatlo de Vila Viçosa, uma prova integrada na Taça de Portugal e que este ano tem características muito especiais: é disputada na Distância Olímpica mas sem que seja permitido aos atletas circularem na roda dos restantes participantes. Para que a prova decorra da melhor forma sugerimos a todos os participantes que consultem o Regulamento Técnico de Duatlo, Triatlo e Aquatlo, nomeadamente o Artigo 32º sobre o Posicionamento "Na roda".
No próximo fim-de-semana, em Vila Viçosa, disputar-se-ão duas competições. No sábado disputa-se o II Duatlo CIMAC - Vila Viçosa que inclui o Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo, uma Prova Jovem e uma Prova Lazer.
No dia seguinte realiza-se o XII Triatlo de Vila Viçosa na distância Olímpica e sem roda, que será a 7ª etapa da Taça de Portugal.
Será mais um fim-de-semana cheio de Duatlo e Triatlo. A partir das 12:00 de Sábado estará a funcionar o Secretariado junto ao Cineteatro de Vila Viçosa, na Praça da República. Meia hora depois (12:30) abre o Parque de Transição para todas as provas. As provas propiamente ditas arrancam às 14:00 com a Prova Jovem, pontuável para o Circuito Regional Sul. Chama-se a atenção para o facto de a Prova Lazer ter a sua partida em simultâneo com o escalão Juvenil da Prova Jovem.
Pelas 16:00 iniciar-se-á o Campeonato Nacional de Clubes de Duatlo, uma prova extremamente rápida e emocionante que irá certamente prender a atenção de toda a gente. Chama-se a atenção para o facto de os Clubes não poderem, após dia 17 de Junho, alterar nem a ordem nem os atletas que compõem cada uma das equipas.
No domingo, pelas 10:00 na Barragem de Lucefecit arranca o XII Triatlo de Vila Viçosa, uma prova integrada na Taça de Portugal e que este ano tem características muito especiais: é disputada na Distância Olímpica mas sem que seja permitido aos atletas circularem na roda dos restantes participantes. Para que a prova decorra da melhor forma sugerimos a todos os participantes que consultem o Regulamento Técnico de Duatlo, Triatlo e Aquatlo, nomeadamente o Artigo 32º sobre o Posicionamento "Na roda".
3/14/2010
Vamos desocratizar Portugal

Rangel apela à ”desocratização” de Portugal
Paulo Rangel começou e terminou o seu discurso com um elogio aos militantes e manteve sempre um registo emotivo e de envolvência com os delegados.
“O PSD só vencerá eleições e só transformará Portugal se for capaz com essa mesma clareza e força de afirmação fazer uma ruptura e chegou a hora da ruptura”, apontou com o dedo em riste.
Um registo duro que insistiu na urgência de “não ter medo nas palavras” para reclamar “uma verdadeira dessocratização”.
3/13/2010

Tempos de Mudar....
O caminho a percorrer pelo PSD Vila Viçosa até 2017, passando pela sua solidez em 2013…
Serão poucos os momentos em que o PSD local teve momentos de tão grande dificuldade e pelos quais a sua sobrevivência como partido de referência esteve em causa. Os caminhos adoptados ao longo destes últimos anos foram sendo seguidos de erros que ao nível de liderança tem causado uma desagregação dos movimentos existentes, para além de terem causado a vitória do PS para a Câmara Municipal de Vila Viçosa com um homem que ao longo de anos sempre deu a cara pelo PSD local, excepto quando a liderança do partido não envolveu os militantes e a população de uma forma directa.
Ao longo da década de 90 crescendo com a democracia de um país mais moderno e avançado vi um partido como o PSD de identidade de Sá Carneiro mas acima de tudo com recente imagem de Cavaco Silva, mostrar aos portugueses que crescer sustentavelmente era possível apostando-se na credibilidade de pessoas que vindo não de famílias politicas, ou de bastidores já existentes, mas sim do povo formado e lutador, fazer mais e melhor por todos os portugueses sem esperar por recompensas interesseiras e apadrinhadas.
Mas o mais sério e importante a ter em consideração neste momento é a mudança necessária de gente e de caras assim como a união do que ainda resta do partido, e a alteração das pessoas que de modo cansativa dão a cara sempre com as mesmas ideias e medidas, que procuram na igualdade do passado continuar a dar as cartas num espaço onde apenas deveriam contribuir como mais um militante e não como os directos responsáveis dos caminhos adoptados, sem uma solidez necessária de democracia onde para um caminho novo é necessário diferenças. O partido terá que olhar para dentro de si, alterando a forma de fazer politica de forma cuidada e sem criar crises internas e destabilizadoras, mas terá que olhar para fora do seu espaço com uma abertura renovadora para a entrada de pessoas, rostos e caras com ideias e princípios que sempre como agora foram parte importante da renovação.
Ao nível local, teremos que abrir novos caminhos, pois as ultimas eleições autárquicas demonstraram que a forma de se fazer política não é aceitável nem tem impacto na população e principalmente não faz chegar ao eleitorado as ideias e os projectos que o partido tem na sua carteira e soluções que existiam para o rumo calipolense. São as multidões que nos fazem crescer e são elas que podem fazer chegar a um lugar diferente daquele que temos tido ao longo dos anos, pelo que é inaceitável que continuemos a reunir em mesas de esplanada onde apenas meia dúzia de pessoas ouvem os projectos e longe das bases do partido que ao longo de anos e anos sempre foram a origem de grandes lutas politicas e vitórias. É necessário criar uma estrutura de pessoas que sejam mobilizadoras das bases do partido, que sejam limpas de pré-opiniões e de apoios antigos, mas é acima de tudo e principalmente um objectivo urgente de voltar á forma de fazer política que nos levou às vitórias locais. Mas será e terá que ser com os antigos presidentes e candidatos locais que possam lutar e colaborar, não com a sua intervenção directa em listas e comités de trabalho, mas acima de tudo com a sua presença que permitirá através de palavras de apoio criar e mobilizar independentemente das lutas e diferenças internas que ao longo dos anos foram fomentando a desunião e a ruptura dos líderes com as suas bases. Não podemos ainda esquecer que na base de uma possível vitória, estarão sempre as pessoas independentes de cores políticas ou partidárias, mas que podem e querem dar um contributo necessário e importante.
A politica em Vila Viçosa tem que ser feita com e pelos calipolenses, pois sendo esta uma terra de tanta gente competente, não poderemos continuar a insistir em apostas distritais, que apesar do seu valor nada trazem ao povo mais e diferente daquilo que tem, não pelo que representam mas pelo facto de na sua identidade não terem esta terra como ponto de crescimento humano e moral. Vila Viçosa possui pessoas válidas, o partido em Vila Viçosa possui bases que poderão voltar a ser cativados como demonstram as eleições nacionais onde os resultados mais do que duplicaram em relação às eleições autárquicas. Mas acima de tudo teremos que permitir que aqueles que não estão no centro de guerras pessoais e pensamentos gastos possam tomar o comando das ideias e do caminho do partido que merece mais e melhor numa oportunidade única se renovação nacional do PSD que teremos também nós que agarrar.
Ao longo da década de 90 crescendo com a democracia de um país mais moderno e avançado vi um partido como o PSD de identidade de Sá Carneiro mas acima de tudo com recente imagem de Cavaco Silva, mostrar aos portugueses que crescer sustentavelmente era possível apostando-se na credibilidade de pessoas que vindo não de famílias politicas, ou de bastidores já existentes, mas sim do povo formado e lutador, fazer mais e melhor por todos os portugueses sem esperar por recompensas interesseiras e apadrinhadas.
Mas o mais sério e importante a ter em consideração neste momento é a mudança necessária de gente e de caras assim como a união do que ainda resta do partido, e a alteração das pessoas que de modo cansativa dão a cara sempre com as mesmas ideias e medidas, que procuram na igualdade do passado continuar a dar as cartas num espaço onde apenas deveriam contribuir como mais um militante e não como os directos responsáveis dos caminhos adoptados, sem uma solidez necessária de democracia onde para um caminho novo é necessário diferenças. O partido terá que olhar para dentro de si, alterando a forma de fazer politica de forma cuidada e sem criar crises internas e destabilizadoras, mas terá que olhar para fora do seu espaço com uma abertura renovadora para a entrada de pessoas, rostos e caras com ideias e princípios que sempre como agora foram parte importante da renovação.
Ao nível local, teremos que abrir novos caminhos, pois as ultimas eleições autárquicas demonstraram que a forma de se fazer política não é aceitável nem tem impacto na população e principalmente não faz chegar ao eleitorado as ideias e os projectos que o partido tem na sua carteira e soluções que existiam para o rumo calipolense. São as multidões que nos fazem crescer e são elas que podem fazer chegar a um lugar diferente daquele que temos tido ao longo dos anos, pelo que é inaceitável que continuemos a reunir em mesas de esplanada onde apenas meia dúzia de pessoas ouvem os projectos e longe das bases do partido que ao longo de anos e anos sempre foram a origem de grandes lutas politicas e vitórias. É necessário criar uma estrutura de pessoas que sejam mobilizadoras das bases do partido, que sejam limpas de pré-opiniões e de apoios antigos, mas é acima de tudo e principalmente um objectivo urgente de voltar á forma de fazer política que nos levou às vitórias locais. Mas será e terá que ser com os antigos presidentes e candidatos locais que possam lutar e colaborar, não com a sua intervenção directa em listas e comités de trabalho, mas acima de tudo com a sua presença que permitirá através de palavras de apoio criar e mobilizar independentemente das lutas e diferenças internas que ao longo dos anos foram fomentando a desunião e a ruptura dos líderes com as suas bases. Não podemos ainda esquecer que na base de uma possível vitória, estarão sempre as pessoas independentes de cores políticas ou partidárias, mas que podem e querem dar um contributo necessário e importante.
A politica em Vila Viçosa tem que ser feita com e pelos calipolenses, pois sendo esta uma terra de tanta gente competente, não poderemos continuar a insistir em apostas distritais, que apesar do seu valor nada trazem ao povo mais e diferente daquilo que tem, não pelo que representam mas pelo facto de na sua identidade não terem esta terra como ponto de crescimento humano e moral. Vila Viçosa possui pessoas válidas, o partido em Vila Viçosa possui bases que poderão voltar a ser cativados como demonstram as eleições nacionais onde os resultados mais do que duplicaram em relação às eleições autárquicas. Mas acima de tudo teremos que permitir que aqueles que não estão no centro de guerras pessoais e pensamentos gastos possam tomar o comando das ideias e do caminho do partido que merece mais e melhor numa oportunidade única se renovação nacional do PSD que teremos também nós que agarrar.
2/16/2010

Emprego e Inovação de Jovens em vila viçosa, como motor de crescimento económico.
São cada vez mais conhecidas as palavras inovação e crescimento económico, sempre na boca de vilões que nem sempre aproveitam no seu significado mais do que apenas imaginação e ideias que mesmo sem serem exploradas lhes permitem seguir em frente como se de iluminados fosse o mundo feito.
Poucos hoje realmente reconhecem numa ideia o seu verdadeiro potencial se não tiver nas suas costas um curriculum com muita experiencia, ou então um financiador capaz de gastar sem esperar um retorno adequado ao investimento. No entanto numa altura em que o desemprego chega a atingir valores nunca antes alcançáveis, prevendo-se que possa ainda atingir os 12% da população activa em Portugal em 2010, será talvez esta uma das poucas fórmulas de resolução de uma equação por ela própria complexa na sua compressão. Em Portugal muito se tem falado de inovação, sendo hoje por todos compreensível o seu verdadeiro significado, assim como o facto de se tratando de algo diferente e construtivo ao mesmo tempo, deverá implicar crescimento económico local ou nacional e um retorno ao nível do tempo e do investimento assim como uma solidificação e criação de emprego pelo menos próprio do visado.
Vila Viçosa como sabemos durante muitos anos foi um motor de crescimento económico na região, devendo-se esta situação à contínua exploração do mármore, que devido à sua reconhecida qualidade permitiu que Vila Viçosa passasse a ser um dos pontos de referência de empresas construtoras do país, europeu e nos últimos anos de todo o médio oriente. Durante estes anos o poder de compra dos habitantes de Vila Viçosa foi sempre mais elevado do que as restantes localidades do Alentejo e do distrito de Évora, em média um calipolense ganhou em 2004 mais 50% do que o valor de referência o ordenado mínimo, valor este bastante superior a alguns concelhos recíprocos como o Alandroal, Redondo entre outras localidade do distrito de Évora. No entanto o inverso também foi uma realidade quando em 2007 e 2008 a crise alastrou por todo o mundo, a nossa economia local dependente em muito das exportações viu-se abraço com um das maiores crises de sempre. O resultado foi visível, com o aumento do desemprego, por vias de despedimentos em empresas que até ai nunca o tinham feito na sua história, e com algumas empresas a fechar, visando-se o sector da transformação e transporte como os mais afectados no concelho de Vila Viçosa.
Vila Viçosa e a sua base sectorial terá então que fazer aquilo que muitas vezes o mercado procura de forma a ultrapassar uma crise como esta. A inovação é pois o caminho mais adequado e talvez o mais sustentável para que por um lado o sector das mármores ultrapasse esta crise, e por outro lado outros sectores e actividades possam surgir do nada para poderem construir emprego, historia e um caminho novo e diferente. Vila Viçosa é uma das poucas localidades no Alentejo que possui jovens qualificados e capazes nos diversos sectores podendo dessa forma encontrar na complexidade dos diversos sectores e na sua complementaridade um potencial até aqui pouco desperto para uma realidade que terão que ser eles os jovens a construir. Mas é também importante que as autoridades calipolenses e os empresários locais apostem nas perspectivas de inovação desses jovens, pois sem eles nunca estas empresas e a sociedade local terão resultados sustentáveis.
Começando-se pela escola secundária, onde o inicio da formação é muito importante e onde as empresas por vias do conhecimento do mercado de trabalho, podem transmitir necessidades, realidades e dar aos estudantes a primeira sensibilidade daquilo que nas empresas do concelho se faz e de como o mercado se move ao seu redor. Será necessário que as empresas apostem na divulgação da sua actividade de forma coordenada com o município, perspectivando-se desta forma um maior conhecimento por parte dos jovens daquilo que poderão mais tarde fazer e intervir. Recordo que hoje, qualquer jovem de uma simples escola secundária tem por vezes conhecimentos mais profundos do que alguns licenciados em áreas complexas como a informática.
Mas também os jovens terão que encontrar nas suas capacidades uma gestão adequada da realidade que os rodeia de forma a poderem contribuir de modo mais adequado sobre aquilo que querem e que podem fazer.
Será na conjugação de esforços das escolas, do município, dos empresários, mas acima de tudo do modo como cada um dos jovens encarem a realidade que os rodeiam que poderemos encontrar um desenvolvimento adequado e maduro de uma economia local que terá sempre que ter nos calipolenses o seu principal pilar. Uma licenciada do Porto, que viva em Vila Viçosa, será sempre muito difícil que a sua estadia se torne em algo duradouro e contínuo, ao contrário de um jovem que tenha a sua família, a sua base de amigos, a sua história e reconheça em cada canto desta localidade o seu próprio eu como alguém desse mesmo lugar.
Jovem inova construído dentro do mundo a realidade que realmente queres ver construída, fazendo mais do que apenas sonhar e falar. Ao município e empresários cabe-lhe a tarefa mais fácil a de criar condições sustentáveis e reconhecidamente reais de acesso a estes jovens dos meios para inovarem.
Poucos hoje realmente reconhecem numa ideia o seu verdadeiro potencial se não tiver nas suas costas um curriculum com muita experiencia, ou então um financiador capaz de gastar sem esperar um retorno adequado ao investimento. No entanto numa altura em que o desemprego chega a atingir valores nunca antes alcançáveis, prevendo-se que possa ainda atingir os 12% da população activa em Portugal em 2010, será talvez esta uma das poucas fórmulas de resolução de uma equação por ela própria complexa na sua compressão. Em Portugal muito se tem falado de inovação, sendo hoje por todos compreensível o seu verdadeiro significado, assim como o facto de se tratando de algo diferente e construtivo ao mesmo tempo, deverá implicar crescimento económico local ou nacional e um retorno ao nível do tempo e do investimento assim como uma solidificação e criação de emprego pelo menos próprio do visado.
Vila Viçosa como sabemos durante muitos anos foi um motor de crescimento económico na região, devendo-se esta situação à contínua exploração do mármore, que devido à sua reconhecida qualidade permitiu que Vila Viçosa passasse a ser um dos pontos de referência de empresas construtoras do país, europeu e nos últimos anos de todo o médio oriente. Durante estes anos o poder de compra dos habitantes de Vila Viçosa foi sempre mais elevado do que as restantes localidades do Alentejo e do distrito de Évora, em média um calipolense ganhou em 2004 mais 50% do que o valor de referência o ordenado mínimo, valor este bastante superior a alguns concelhos recíprocos como o Alandroal, Redondo entre outras localidade do distrito de Évora. No entanto o inverso também foi uma realidade quando em 2007 e 2008 a crise alastrou por todo o mundo, a nossa economia local dependente em muito das exportações viu-se abraço com um das maiores crises de sempre. O resultado foi visível, com o aumento do desemprego, por vias de despedimentos em empresas que até ai nunca o tinham feito na sua história, e com algumas empresas a fechar, visando-se o sector da transformação e transporte como os mais afectados no concelho de Vila Viçosa.
Vila Viçosa e a sua base sectorial terá então que fazer aquilo que muitas vezes o mercado procura de forma a ultrapassar uma crise como esta. A inovação é pois o caminho mais adequado e talvez o mais sustentável para que por um lado o sector das mármores ultrapasse esta crise, e por outro lado outros sectores e actividades possam surgir do nada para poderem construir emprego, historia e um caminho novo e diferente. Vila Viçosa é uma das poucas localidades no Alentejo que possui jovens qualificados e capazes nos diversos sectores podendo dessa forma encontrar na complexidade dos diversos sectores e na sua complementaridade um potencial até aqui pouco desperto para uma realidade que terão que ser eles os jovens a construir. Mas é também importante que as autoridades calipolenses e os empresários locais apostem nas perspectivas de inovação desses jovens, pois sem eles nunca estas empresas e a sociedade local terão resultados sustentáveis.
Começando-se pela escola secundária, onde o inicio da formação é muito importante e onde as empresas por vias do conhecimento do mercado de trabalho, podem transmitir necessidades, realidades e dar aos estudantes a primeira sensibilidade daquilo que nas empresas do concelho se faz e de como o mercado se move ao seu redor. Será necessário que as empresas apostem na divulgação da sua actividade de forma coordenada com o município, perspectivando-se desta forma um maior conhecimento por parte dos jovens daquilo que poderão mais tarde fazer e intervir. Recordo que hoje, qualquer jovem de uma simples escola secundária tem por vezes conhecimentos mais profundos do que alguns licenciados em áreas complexas como a informática.
Mas também os jovens terão que encontrar nas suas capacidades uma gestão adequada da realidade que os rodeia de forma a poderem contribuir de modo mais adequado sobre aquilo que querem e que podem fazer.
Será na conjugação de esforços das escolas, do município, dos empresários, mas acima de tudo do modo como cada um dos jovens encarem a realidade que os rodeiam que poderemos encontrar um desenvolvimento adequado e maduro de uma economia local que terá sempre que ter nos calipolenses o seu principal pilar. Uma licenciada do Porto, que viva em Vila Viçosa, será sempre muito difícil que a sua estadia se torne em algo duradouro e contínuo, ao contrário de um jovem que tenha a sua família, a sua base de amigos, a sua história e reconheça em cada canto desta localidade o seu próprio eu como alguém desse mesmo lugar.
Jovem inova construído dentro do mundo a realidade que realmente queres ver construída, fazendo mais do que apenas sonhar e falar. Ao município e empresários cabe-lhe a tarefa mais fácil a de criar condições sustentáveis e reconhecidamente reais de acesso a estes jovens dos meios para inovarem.
2/06/2010

Os vento leva a memoria e até as promessas...
São do vento as maiores responsabilidade da situação do país, pois foi a sua força que fez levar para muito longe as promessas de mais e seguro emprego, de condições unicas para uma economia estavel e com um défice controlado.
Serão estas palavras ainda da vossa memoria?
Talvez muitos portugueses já se tenham esquecido das promessas, principalmente das que prometiam mais e melhor emprego para os portugueses. E o défice, que caminho tão estranho aquele que tomou, sem que o padrinho socrates o ecaminhe, ele saiu das marcas registadas entre linhas equilibradas. Meses atrás todos viram o governo reafirmar que com as suas medidas a crise tinha passado, que com a sua atitude tudo tinha sido um leve vento sem maiores consequencias para os portugueses e economia. No entanto hoje, já é conhecido os 9.5% do defice, e como sabemos ele não surgiu só no mês de Dezembro, pois o calculo é feito com base nos 12 meses de uma ano.
Então o que terá sucedido para que o valor acabe por ser 3 vezes maior do que o previsto e o desemprego venha possivelmente a atingir os 12% ainda em 2010?
Mentira, fracaso, incapacidade de gestão, falta de principios éticos e morais nas afirmações que são feitas em público, pouca qualificação, má gestão, pouco principios morais o que lhe permitem mentir com um sorriso, vergonha de ser quem é, sem perfil para liderar, em resume Eng. José Soccrates de seu nome.
Os portugueses terão agora que pagar a factura de uma festa que originou uma grande resaca, com a perda de poder salarial, com a diminuição real dos salarios dos funcionários públicos, mas acima de tudo com um aumento de impostos que o governo já está cuidadosamente a preparar na opinião pública como a única solução para que o país não entre na falencia.
Portugal terá certamente governo para mais 6 meses a 12 meses, altura em que inevitavelmente cairá, mais concretamente no momento seguinte ás eleições presidenciais, existirá um novo lider da oposição, que certamente poderá aproveitar o desgaste do governo e a possibildiade de coligação com o PP, que iria permitir estabilidade por um periodo muito precioso.
A nós meros trabalhadores apenas nos resta fazer o que sempre foi feito, trabalhar e acreditar que quem vier será com mais respeito pelos portugueses.
1/04/2010
Mini Furacão




Mini-Furacão causa prejuizos na escola secundária de Vila Viçosa e na zona histórica.
Tudo começou por voltas das 12:30, altura em que os alunos ainda estavam a ter aulas, que por certo terá sido a razão para que apenas se tenham registado perdas materiais. O vento que deverá ter atingido os 140 km´s, um vendaval que nunca tinha sido sentido nos ultimos anos, mas aqui ficam as imagens.
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